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Segunda, 19 de Novembro de 2018
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Goiás mantém status fitossanitário de área sem ocorrência da mosca da carambola
04/07/2018 11h48 - Atualizado em 25/10/2018 13h20
Foto: Mosca da carambola que causa prejuízos principalmente aos pomares de citros

O Estado de Goiás mantém o status fitossanitário de área sem ocorrência da mosca da carambola (Bactrocera carambolae). É o que comprova o trabalho de monitoramento realizado pelos fiscais estaduais agropecuários da Agência Goiana de Defesa Agropecuária – Agrodefesa nos anos de 2016 e 2017. A ausência da mosca da carambola no Estado beneficia a fruticultura de modo geral, mas principalmente a citricultura, uma das mais afetadas pelo problema. Isso significa que o Estado atende os requisitos fitossanitários que asseguram a comercialização nacional e internacional de seus produtos.

A mosca da carambola, além de ocasionar severos danos à fruticultura, é uma praga de importância quarentenária, com restrições impostas por países importadores livres da mesma. No Brasil, atualmente, a mosca está presente nos Estados do Amapá, Roraima e Pará. A praga prospera em uma grande lista de hospedeiros, mas em Goiás, o cultivo de citros é que pode ser mais prejudicado do ponto de vista de produção e comercialização. Desse modo, a Agrodefesa tem se empenhado para garantir que o Estado continue livre do problema.

 

Fiscalização

Em 2017, os fiscais da Agrodefesa monitoraram, quinzenalmente, 20 pontos estratégicos com armadilhas instaladas em locais de maior trânsito de cargas, oriundas das Unidades da Federação onde a praga está presente. Elas foram instaladas em 15 municípios goianos: Goiânia, Anápolis, Alvorada do Norte, Campinorte, Campos Belos, Formosa, Formoso, Jaraguá, Jussara, Guarani de Goiás, Montividiu do Norte e Posse. Após análise de 326 amostras, os laudos oficiais foram negativos, ou seja, não houve detecção da presença da Bactrocera carambolae no Estado de Goiás.

Neste ano, o trabalho de monitoramento foi ampliado em atendimento à Instrução Normativa nº 02, de 19 de janeiro de 2018, do Ministério da Agricultura, que mudou o status de Goiás como área de baixo risco para a praga para o status de médio risco. Com isso, são monitoradas 40 armadilhas (o dobro do ano anterior), instaladas também nos municípios de Jataí, Itajá, Mineiros, Santa Rita do Araguaia, Chapadão do Céu, Ceres, Aragarças, Baliza, Bom Jardim, Caiapônia, Catalão, São João D’Aliança, Cristalina, Luziânia, Cachoeira Dourada, Itumbiara, Alto Paraíso, Niquelândia, Rio Verde e Goiás.

Todas as ações, coordenadas pela Gerência de Sanidade Vegetal da Agrodefesa, têm foco na prevenção, contenção, supressão e erradicação da mosca da carambola em Goiás. Além de abranger municípios produtores de frutas, a ação leva em conta as principais rodovias que dão acesso ao Estado e que registram maior trânsito de pessoas e cargas. As atividades são reguladas pela Instrução Normativa nº 28, de 20 de julho de 2017, da Agrodefesa.

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